Todo mundo aqui usa IA todo dia.
Quem aponta o impacto disso na DRE?
20 anos construindo produtos digitais em escala. Ex-Itaú, mais de 200 projetos entregues, mais de 400 pessoas lideradas. Embaixador Cursor e Replit no Brasil. Passei a carreira transformando ideia em produto rodando, e é essa virada que eu vou mostrar aqui.
das organizações já usam IA em pelo menos uma função.
dos pilotos corporativos de GenAI sem retorno mensurável no P&L.
são high performers, com 5% ou mais do EBIT atribuído à IA.
O problema não é o modelo. É a arquitetura organizacional em volta dele.
05por ano, em média, as médias e grandes empresas brasileiras investem em IA.
dos executivos admitem vários projetos de IA rodando desconectados.
o ROI médio sai de 16% hoje pra 31% em 2 anos.
Experimentos isolados no lugar de plataforma integrada. O dinheiro já tá na mesa, falta orquestração.
06É o que o MIT chama de shadow AI economy: ferramentas pessoais, contas pessoais, dados da empresa.
Produtividade individual real, resultado corporativo invisível. E risco completamente fora do radar.
Quantos aqui sabem exatamente quais ferramentas de IA rodam na empresa hoje, e com quais dados?
IA pessoal cria profissionais melhores.
IA corporativa cria resultado na DRE.
Mais vendas, mais ticket, mais recompra. Bate na linha de cima da DRE.
Menos retrabalho, menos hora parada. Bate na margem da DRE.
Impacto indireto, como consequência de retenção, NPS e recompra.
Se um projeto de IA não aponta pra nenhum dos três, ele é hobby. Hobby caro.
11Mapeamento de processos em cada área.
Entrevistas, escuta ativa, levantamento das dores.
Negociação e priorização com todas as diretorias.
Portfólio aprovado, tudo em slide e em sonho.
Era metodologicamente perfeito. E não andava.
13Uma visão.
Não uma lista.
Em vez de uma lista de projetos, uma visão de produto. Construída como se já existisse.
Sem PowerPoint. Uma tela que dá pra navegar, sentir e criticar.
O orçamento parou de ser uma lista pra defender. Virou uma visão pra refinar.
Eles não avaliaram um projeto. Refinaram uma visão. Feedbacks, melhorias, indicadores que queriam acompanhar.
A visão virou deles.
E aí o roadmap inteiro foi aprovado de cima pra baixo.
Data Lake e engenharia de dados. Databricks como base.
Migração completa pra cloud. Azure e M365.
SAP no core, RH transversal na empresa toda.
Central de Inteligência, tudo plugado na visão original.
Ninguém aprova orçamento pra arrumar dados. Todo mundo aprova orçamento pra uma visão. E arrumar os dados vem junto.
18A barreira entre a visão e a defesa da visão desapareceu.
19entre 25 fatores testados, o redesenho de workflows é o que mais explica o impacto de IA no EBIT.
A pirâmide de três camadas que libera, não trava.
Três públicos, três conteúdos.
Comece pelo sonho antigo da diretoria.
Quem tenta dez frentes nos primeiros 90 dias entrega zero em todas.
22Governança bem feita libera. Não trava.
23Por que agora: o IDC projeta que até 2030, até 20% das maiores empresas do mundo vão enfrentar processos, multas e demissões de CIOs por falha de governança de agentes de IA. IDC FutureScape 2026
24Pra onde a tecnologia vai, oportunidades do setor, decisões de aposta.
Potenciais por área e por processo, vertical por vertical.
Uso padronizado, com regras, no dia a dia de cada processo.
Sem educação, a governança vira burocracia. Com educação, vira velocidade.
25IA é o novo Excel.
Ninguém contrata um analista financeiro que não sabe Excel. Em pouco tempo, ninguém contrata profissional que não sabe operar IA.
Pessoas habilitadas, mais regras claras, mais autonomia na base da pirâmide: um tsunami de entregas.
Projetos que a alta liderança sempre quis e eram inviáveis por custo ou ciclo longo. Muitos agora são viáveis.
A alta gestão defende, prioriza e abre caminho. Nada de priorização democrática nos primeiros 90 dias.
Defesa com protótipo funcional, na visão de quem é do negócio. Energia total pra concluir rápido.
Saia da defesa em PowerPoint. Vá pra defesa com protótipo funcional.
27Os três rodam em paralelo desde o dia 1. Um alimenta o outro.
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